 {"id":3788,"date":"2017-05-21T16:13:52","date_gmt":"2017-05-21T15:13:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.uniaozoofila.org\/?page_id=3788"},"modified":"2022-10-05T23:58:24","modified_gmt":"2022-10-05T22:58:24","slug":"guia-de-adocao-de-caes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.uniaozoofila.org\/en\/adotar\/guia-de-adocao-de-caes\/","title":{"rendered":"Guia de Ado\u00e7\u00e3o de C\u00e3es"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Guia de Ado\u00e7\u00e3o de C\u00e3es<\/strong><\/h2>\n<p>Sempre se disse que o c\u00e3o \u00e9 o melhor amigo do Homem. Esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira. O que tantas vezes n\u00e3o se verifica \u00e9 o contr\u00e1rio. Na Uni\u00e3o Zo\u00f3fila damos abrigo a cerca de 600 c\u00e3es. Todos eles um dia foram o melhor amigo de algu\u00e9m e, hoje, procuram um novo amigo. Se considera adoptar um c\u00e3o nunca se esque\u00e7a que esta tem de ser uma tomada de decis\u00e3o consciente: um c\u00e3o traz-lhe responsabilidades acrescidas, exigindo muito do seu tempo e dedica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\">Est\u00e1 preparado para uma ado\u00e7\u00e3o? Tenha em conta:<\/h4>\n<ul>\n<li>O seu estilo de vida<\/li>\n<li>A sua disponibilidade financeira<\/li>\n<li>Espa\u00e7o dispon\u00edvel para o c\u00e3o<\/li>\n<li>Se quer um c\u00e3o beb\u00e9 ou adulto<\/li>\n<\/ul>\n<p>Se j\u00e1 decidiu adotar um c\u00e3o \u00e9 porque tomou consci\u00eancia de todas as responsabilidades que ter\u00e1 para que o seu animal seja saud\u00e1vel e feliz. Imp\u00f5e-se agora a escolha de um animal cujas caracter\u00edsticas sejam adequadas \u00e0 fam\u00edlia de que vai fazer parte. Todos os membros da fam\u00edlia devem participar, estar de acordo e compreender a escolha que v\u00e3o fazer. \u00c9 um pouco absurdo optar por um c\u00e3o s\u00f3 porque tem o p\u00ealo bonito. A beleza do p\u00ealo n\u00e3o contribuir\u00e1 em nada para a harmonia familiar!<\/p>\n<h2>Factores determinantes quanto ao tipo de c\u00e3o a adoptar:<\/h2>\n<h3>Porte do C\u00e3o: Pequeno, M\u00e9dio ou Grande?<\/h3>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o \/ Sa\u00fade |\u00a0<\/strong>Comer 100 gramas de ra\u00e7\u00e3o por dia ou 800 gramas faz diferen\u00e7a no seu or\u00e7amento. Verifique os pre\u00e7os das sacas de ra\u00e7\u00e3o da gama m\u00e9dia-alta que s\u00e3o as mais adequadas em termos de sa\u00fade.\u00a0A quantidade de desparasitante e doses de medica\u00e7\u00e3o veterin\u00e1ria, por exemplo, tamb\u00e9m dependem do peso do c\u00e3o e o seu custo aumenta substancialmente em fun\u00e7\u00e3o do porte.<\/p>\n<p><strong>Alojamento |\u00a0<\/strong>Qual \u00e9 tamanho da sua habita\u00e7\u00e3o? Tem espa\u00e7o para um animal grande?\u00a0Se tem quintal poder\u00e1 comprar uma casota adequada?\u00a0A casa n\u00e3o \u00e9 muito grande mas pode ir passear o seu c\u00e3o v\u00e1rias vezes por dia em espa\u00e7os onde possa correr?<\/p>\n<p><strong>F\u00e9rias |\u00a0<\/strong>Tem autom\u00f3vel e pode transportar o c\u00e3o? Pode recorrer a Empresas que o fa\u00e7am? Pode recorrer a hot\u00e9is?\u00a0N\u00e3o pode levar o c\u00e3o para ferias consigo mas tem quem fique com ele independentemente do tamanho?<\/p>\n<h3>Tipo de P\u00ealo: Curto ou Comprido, Encaracolado ou Liso?<\/h3>\n<p>Tem possibilidade de recorrer a servi\u00e7os de tosquia e banho?\u00a0Um c\u00e3o de pelo comprido exige mais cuidados e por isso \u00e9 mais dispendioso.\u00a0Qualquer c\u00e3o larga pelo durante todo o ano, assim, mesmo que adopte um c\u00e3o de pelo curto, ter\u00e1 de conviver com o facto de encontrar sempre pelos na sua casa.\u00a0Um c\u00e3o de pelo curto tamb\u00e9m tem que ser escovado, mas bastar\u00e1 1 ou 2 vezes por semana.<\/p>\n<h3>Idade do C\u00e3o: Cachorro ou Adulto?<\/h3>\n<p>Poder\u00e1 ter mais despesas imediatas com um c\u00e3o adulto caso este n\u00e3o esteja bem de sa\u00fade, no entanto, lembre-se que o cachorro que adopta hoje poder\u00e1 ter os mesmos problemas, ou piores, daqui a 6 ou 7 anos.\u00a0Com um c\u00e3o adulto evita encontrar m\u00f3veis e pantufas ro\u00eddas.\u00a0Ao adoptar um cachorro dever\u00e1 ter em considera\u00e7\u00e3o despesas como: vacina\u00e7\u00e3o, \u00a0esteriliza\u00e7\u00e3o, treino (se for necess\u00e1rio), \u00a0acess\u00f3rios como brinquedos, trela e coleira, que provavelmente ter\u00e3o de ser substitu\u00eddos quando crescer.\u00a0Um cachorro exige muito tempo e dedica\u00e7\u00e3o, afinal est\u00e1 a aprender tudo. Ter\u00e1 de ter paci\u00eancia para o xixi no ch\u00e3o, objectos pessoais ro\u00eddos, necessidade constante de aten\u00e7\u00e3o e muito mais. Est\u00e1 preparado para o acompanhar e amar durante os pr\u00f3ximos 14 ou 15 anos? Pense tamb\u00e9m na sua idade e sa\u00fade.\u00a0Um c\u00e3o mais velho precisa de menos exerc\u00edcio, \u00e9 mais calmo e sossegado, mas tamb\u00e9m necessita de tempo para se adaptar \u00e0 nova fam\u00edlia.<\/p>\n<h3>Temperamento do C\u00e3o<\/h3>\n<p>Os c\u00e3es s\u00e3o o reflexo do dono, por isso, se adoptar um cachorro saiba que ter\u00e1 de lhe dedicar muito tempo porque ser\u00e1 sua responsabilidade ensinar-lhe tudo o que tem de saber. Todos os c\u00e3es sabem aprender, mas poucos donos sabem ensinar.<\/p>\n<p>Se optar por adoptar um c\u00e3o adulto dever\u00e1 ter em conta o temperamento do c\u00e3o vs estilo de vida da fam\u00edlia. Por exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>Se tem visitas regulares em sua casa ou se a zona onde vai passear o seu c\u00e3o tem muitos c\u00e3es, \u00e9 indispens\u00e1vel optar por um c\u00e3o soci\u00e1vel.<\/li>\n<li>Se tem muito espa\u00e7o em casa e disponibilidade para passear, poder\u00e1 adoptar um c\u00e3o um pouco mais en\u00e9rgico e com bastante necessidade de exerc\u00edcio.<\/li>\n<li>Se o respons\u00e1vel pelos passeios for algu\u00e9m de mais idade ter\u00e1 de escolher um c\u00e3o pequeno, n\u00e3o muito forte e relativamente obediente.<\/li>\n<li>Se est\u00e1 pouco tempo em casa n\u00e3o dever\u00e1 nunca adoptar um c\u00e3o que deteste estar sozinho, porque isso provocar\u00e1 um grande sofrimento no animal.<\/li>\n<li>Se tem crian\u00e7as pequenas a escolha dever\u00e1 incidir sobre um c\u00e3o mais meigo e que goste de crian\u00e7as.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ap\u00f3s ter uma ideia do que deseja e pode proporcionar ao seu c\u00e3o, venha visitar o nosso canil &#8211; as adop\u00e7\u00f5es de c\u00e3es realizam-se\u00a0\u00e0s 4\u00aas, 6\u00aas e S\u00e1bados das 14h \u00e0s 16h30m<i>.<\/i><\/p>\n<p>Ser-lhe-\u00e1 feita uma \u2018entrevista\u2019 e apresentados os c\u00e3es que correspondam ao perfil demonstrado e pretendido.\u00a0Aqui, e ap\u00f3s a escolha e decis\u00e3o de que \u00e9 \u2018aquele\u2019 que efectivamente quer, preencher\u00e1 sempre um termo de responsabilidade.\u00a0Quando lhe forem mostrados os c\u00e3es ser-lhe-\u00e3o dadas as informa\u00e7\u00f5es acerca daqueles que lhe forem interessando: se est\u00e3o saud\u00e1veis, se requerem algum tipo de aten\u00e7\u00e3o especial devido a feitio ou doen\u00e7a, etc.\u00a0Acima de tudo ser\u00e1 sempre aconselhado por quem lida com eles todos os dias e os conhece bem.\u00a0Quando se dirigir ao nosso albergue, aguarde ao port\u00e3o que o venham atender e, nunca, em circunst\u00e2ncia alguma entre sem ser acompanhado ou abra os port\u00f5es, pois os c\u00e3es podem fugir.\u00a0Dentro do canil dever\u00e1 estar sempre acompanhado por algu\u00e9m respons\u00e1vel, n\u00e3o circulando pelo espa\u00e7o sozinho. Antes de acarinhar algum animal pergunte a quem o acompanhar se o pode fazer, pois tal como n\u00f3s, tamb\u00e9m os c\u00e3es t\u00eam o seu feitio e por vezes n\u00e3o s\u00e3o receptivos a estranhos (devido a traumas).\u00a0Aproveite a sua visita ao canil para considerar apadrinhar um outro c\u00e3o ou at\u00e9, se tiver a disponibilidade, para ser volunt\u00e1rio.<\/p>\n<h2>A chegada a casa e os primeiros meses<\/h2>\n<p>Quando trouxer o seu amigo para casa, dever\u00e1 ter um cantinho dedicado a ele com a caminha, comida e \u00e1gua, num s\u00edtio calmo e longe de confus\u00f5es.\u00a0Dever\u00e1 deix\u00e1-lo explorar o seu novo lar, deixando-o \u00e0 vontade durante algum tempo.\u00a0Se levou um beb\u00e9, ser\u00e1 na Uni\u00e3o Zo\u00f3fila informado de tudo o que dever\u00e1 fazer, mas nunca \u00e9 demais dizer que um beb\u00e9 n\u00e3o pode ir \u00e0 rua sem ter as 4 primeiras vacinas, e n\u00e3o pode tomar banho.\u00a0Se adoptou um jovem \/adulto ter\u00e1 de lhe dar o tempo necess\u00e1rio para que este se habitue ao ambiente familiar.\u00a0Deve, em qualquer dos casos, ser paciente: quer seja um beb\u00e9 que chore, quer seja um jovem\/adulto que lhe pare\u00e7a inseguro ou queira at\u00e9 fugir.\u00a0A adapta\u00e7\u00e3o ao novo ambiente requer tempo. E a mesma situa\u00e7\u00e3o se afigura caso tenha outros animais em casa.\u00a0Deve ser feita uma aproxima\u00e7\u00e3o gradual e, inicialmente, quando se ausentar, n\u00e3o os deixe todos juntos at\u00e9 que coexistam em harmonia.\u00a0Mas lembre-se, nunca force as rela\u00e7\u00f5es entre eles, d\u00ea-lhes tempo que se entender\u00e3o.\u00a0Caso verifique que \u00e9 imposs\u00edvel a amizade entre eles, ou por qualquer outra raz\u00e3o v\u00e1lida n\u00e3o consegue manter o seu c\u00e3o feliz, venha falar connosco.\u00a0Mas nunca,\u00a0NUNCA O ABANDONE!<\/p>\n<h3 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">Desparasitar o seu C\u00e3o<\/span><\/h3>\n<h4>Desparasita\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Um dos principais cuidados b\u00e1sicos de sa\u00fade a ter com o seu c\u00e3o \u00e9 a desparasita\u00e7\u00e3o. Os c\u00e3es podem ser infestados com v\u00e1rios tipos de parasitas: os externos (ectoparasitas) geralmente animais, como as pulgas, carra\u00e7as, \u00e1caros e piolhos. Existem tamb\u00e9m os parasitas internos (endoparasitas), que se alojam essencialmente a n\u00edvel do tubo digestivo.<\/p>\n<h4>Parasitas externos<\/h4>\n<p>Iremos aqui referir os dois principais parasitas externos dos c\u00e3es:<\/p>\n<p><strong>Pulgas<\/strong>\u00a0| s\u00e3o pequenos animais pertencentes \u00e0 classe dos insectos. Existem centenas de esp\u00e9cies de pulgas, sendo que s\u00f3 algumas s\u00e3o parasitas do c\u00e3o.\u00a0Se as condi\u00e7\u00f5es forem ideais (proliferam-se preferencialmente nos meses mais quentes), as f\u00eameas podem colocar entre mil a dois mil ovos, que se ir\u00e3o alojar n\u00e3o s\u00f3 no pelo do c\u00e3o como por exemplo em tapetes e carpetes. Quando os ovos eclodem e ap\u00f3s v\u00e1rias metamorfoses, surge a pulga adulta, que \u00e9 o parasita definitivo.\u00a0A pulga ir\u00e1 ent\u00e3o alimentar-se do sangue do c\u00e3o, perfurando a pele deste atrav\u00e9s das suas pe\u00e7as bucais.\u00a0Existem v\u00e1rias doen\u00e7as provocadas pela picada da pulga. Para al\u00e9m da comich\u00e3o que provocam, os c\u00e3es est\u00e3o sujeitos a terem uma reac\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica a essa picada, provocando-lhe queda de p\u00ealo, um prurido intenso e feridas devido ao c\u00e3o co\u00e7ar-se. As pulgas podem tamb\u00e9m ser agentes transmissores de v\u00e1rios agentes patog\u00e9nicos e parasitas.<\/p>\n<p><strong>Carra\u00e7as<\/strong>\u00a0| s\u00e3o animais da classe dos aracn\u00eddeos, de cor geralmente vermelho-acastanhada, corpo achatado, e nas quais \u00e9 poss\u00edvel distinguir o macho da f\u00eamea, tendo estas um abd\u00f3men de maiores dimens\u00f5es.\u00a0Tal como as pulgas, as esp\u00e9cies de carra\u00e7as que s\u00e3o parasitas dos c\u00e3es alimentam-se do sangue deste, fixando as suas pe\u00e7as bucais na pele e inoculando uma saliva especifica que solidifica e ajuda a carra\u00e7a a fixar-se. Para al\u00e9m do inc\u00f3modo que elas provocam no animal, as carra\u00e7as podem transmitir doen\u00e7as como a Babesiose e a Erlichiose (a febre da carra\u00e7a).<\/p>\n<h4>Parasitas internos<\/h4>\n<p>Estes parasitas afectam normalmente o es\u00f3fago, est\u00f4mago e intestinos grosso e delgado, havendo parasitas espec\u00edficos para cada zona do tubo digestivo, existindo v\u00e1rios g\u00e9neros e esp\u00e9cies, como as t\u00e9nias e as lombrigas, os vulgarmente conhecidos por &#8220;vermes&#8221;.\u00a0Alguns dos sintomas de que o c\u00e3o tem parasitas internos s\u00e3o: v\u00f3mitos, diarreia (nos quais muitas vezes s\u00e3o vis\u00edveis os parasitas), emagrecimento (por exemplo no caso dos cachorros pode-se verificar um certo incha\u00e7o na zona abdominal e anemia).\u00a0Estes parasitas podem ser transmitidos atrav\u00e9s da ingest\u00e3o dos seus ovos (encontrados na \u00e1gua, comida, etc), transmitidos pela m\u00e3e aos cachorros ou atrav\u00e9s de hospedeiros intermedi\u00e1rios, como as pulgas.<\/p>\n<h4>Preven\u00e7\u00e3o\/Tratamento<\/h4>\n<p>A melhor maneira de evitar que o seu c\u00e3o tenha parasitas tanto externos como internos \u00e9 mesmo prevenir! Visto que eles podem apanh\u00e1-los em qualquer local, como relvados, passeios ou em contacto com outros animais conv\u00e9m n\u00e3o s\u00f3 utilizar produtos espec\u00edficos para endo e ecto parasitas como tamb\u00e9m manter o local onde o c\u00e3o habita em boas condi\u00e7\u00f5es de higiene.\u00a0No caso dos parasitas externos, existem v\u00e1rios anti-parasit\u00e1rios dispon\u00edveis no mercado, que podem ser espec\u00edficos para um s\u00f3 parasita, ou para v\u00e1rios, na forma de coleiras, champ\u00f4s, sprays, comprimidos, ampolas, etc, sendo que alguns donos optam por utilizar mais do que um produto ao mesmo tempo, entre as v\u00e1rias marcas referimos: Pulvex spot, Frontline, Advantage, Advantix, Program, entre outros.\u00a0\u00c9 igualmente de referir que nem todos os produtos agem com a mesma efic\u00e1cia em todos os c\u00e3es, e que nenhum \u00e9 100% eficaz. Podendo inclusive haver reac\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas por parte dos c\u00e3es a alguns produtos. Aconselhe-se com o medico veterin\u00e1rio do seu c\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a eventuais duvidas.\u00a0Quanto \u00e0s desparasita\u00e7\u00f5es internas, conv\u00e9m que sejam sempre orientadas pelo veterin\u00e1rio. Usualmente s\u00e3o administrados comprimidos, como por exemplo o Drontal plus, num plano de 4 em 4 ou de 6 em 6 meses. No caso dos cachorros, estes poder\u00e3o ser desparasitados a partir das 2 semanas e depois uma vez por m\u00eas, at\u00e9 completarem 6 meses.<\/p>\n<h3>Vacina\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>No que diz respeito \u00e0 sa\u00fade do seu c\u00e3o devemos ter sempre em mente que mais vale prevenir do que remediar, portanto vacine o seu c\u00e3o para prevenir o aparecimento de doen\u00e7as cujo tratamento sai sempre muito mais dispendioso quando comparado com o pre\u00e7o das vacinas.\u00a0Lembre-se as doen\u00e7as contra as quais as vacinas protegem s\u00e3o muitas vezes fatais para o seu animal e inclusiv\u00e9 algumas s\u00e3o transmiss\u00edveis ao homem. Todos os cachorros devem ser vacinados o mais cedo poss\u00edvel ap\u00f3s as oito semanas de idade variando o plano de vacina\u00e7\u00e3o consoante a situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica das v\u00e1rias doen\u00e7as em cada zona geogr\u00e1fica.\u00a0Para aumentar a efici\u00eancia da resposta imunol\u00f3gica, os c\u00e3es s\u00f3 devem ser vacinados se estiverem em boas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, isso \u00e9 verificado pelo veterin\u00e1rio atrav\u00e9s de um exame minucioso ao c\u00e3o.\u00a0Os c\u00e3es s\u00e3o normalmente vacinados contra a raiva ( vacina\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria por lei), esgana, hepatite contagiosa, parvovirose, parainfluenza, leptospirose, tosse do canil e babesiose; as vacinas que protegem destas doen\u00e7as s\u00e3o dadas em doses \u00e1s 6-8, 12 e 16 semanas de idade, com excep\u00e7\u00e3o da vacina da raiva que \u00e9 administrada entre os 3 e os 6 meses de idade, depois s\u00f3 se tem de fazer um refor\u00e7o anual.\u00a0Ap\u00f3s as vacinas, durante um per\u00edodo de 10 a 15 dias, deve-se evitar submeter o c\u00e3o a esfor\u00e7os f\u00edsicos e lavagens, assim como se deve evitar que ele entre em contacto com ambientes contaminados.\u00a0Depois de administrar-se as vacinas, os c\u00e3es podem ter reac\u00e7\u00f5es ligeiras e curtas que se traduzem por febre ligeira, dores musculares e sonol\u00eancia . Raramente ocorrem reac\u00e7\u00f5es mais fortes cujos efeitos secund\u00e1rios se traduzem por um incha\u00e7o no rosto, erup\u00e7\u00f5es cut\u00e2neas e v\u00f3mitos , caso isto acontecer deve dirigir-se imediatamente com o c\u00e3o ao veterin\u00e1rio mais perto de si.<\/p>\n<h3 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">Identifica\u00e7\u00e3o do seu C\u00e3o<\/span><\/h3>\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o dos animais \u00e9 um assunto de extrema import\u00e2ncia.\u00a0A melhor maneira de o fazer \u00e9 atrav\u00e9s do Microchip. \u00c9 um m\u00e9todo simples e eficaz.<\/p>\n<h4>Microchip<\/h4>\n<p>O Microchip \u00e9 um modo electr\u00f3nico de identificar o seu animal. Consiste num circuito electr\u00f3nico encapsulado num vidro, de reduzida dimens\u00e3o (tamanho de um bago de arroz), que \u00e9 aplicado por via subcut\u00e2nea de forma indolor na parte lateral esquerda do pesco\u00e7o do animal. O microchip tem um n\u00famero de identifica\u00e7\u00e3o exclusivo que \u00e9 registado numa base de dados (S.I.R.A.), ao qual\u00a0correspondem os dados acerca do animal e do seu propriet\u00e1rio.\u00a0Este chip pode ser utilizado em qualquer animal, principalmente em c\u00e3es e gatos. A sua aplica\u00e7\u00e3o s\u00f3 deve ser feita por um m\u00e9dico veterin\u00e1rio.\u00a0Se o seu animal se perder e possuir um microchip implantado \u00e9 poss\u00edvel comunic\u00e1-lo \u00e0 Base de Dados Nacional, S.I.R.A., a qual lan\u00e7a um comunicado a todos os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios e centros de identifica\u00e7\u00e3o, com o n\u00famero pessoal do animal. Como as cl\u00ednicas veterin\u00e1rias, v\u00e1rios canis e associa\u00e7\u00f5es possuem leitores autom\u00e1ticos que identificam o n\u00famero do microchip, se o seu animal for encontrado, ser\u00e1 facilmente contactado o propriet\u00e1rio atrav\u00e9s da base de dados.\u00a0O roubo \u00e9 outra situa\u00e7\u00e3o em que o microchip d\u00e1 uma ajuda preciosa uma vez que prova legalmente a propriedade do animal.\u00a0Assim, \u00e9 importante proceder \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do microchip, pois acreditamos que desta forma \u00e9 poss\u00edvel desenvolver o conceito de responsabiliza\u00e7\u00e3o dos propriet\u00e1rios dos animais, melhorando os problemas do abandono.<\/p>\n<p>Com a entrada em vigor do decreto-lei n.\u00ba 312\/2003 de 17 de Dezembro de 2003 passou a ser obrigat\u00f3ria, a partir de julho de 2004, a identifica\u00e7\u00e3o por microchip das ra\u00e7as consideradas perigosas ou potencialmente perigosas.\u00a0A partir de Julho de 2008, todos os c\u00e3es t\u00eam de ser identificados electronicamente. A data a partir da qual \u00e9 obrigat\u00f3rio identificar os gatos ser\u00e1 posteriormente definida por despacho do Minist\u00e9rio da Agricultura.<\/p>\n<h4>Coleiras identificadoras<\/h4>\n<p>Apesar do seu animal possuir um microchip, isto n\u00e3o invalida que ele use uma chapa identificadora na coleira. O seu uso \u00e9 importante apesar desta poder cair ou ser retirada facilmente. Nessa chapa deve constar gravado o n\u00famero de telefone do propriet\u00e1rio do animal.\u00a0O uso da chapa pode, por vezes, ser muito \u00fatil para fazer chegar aos seus propriet\u00e1rios mais rapidamente animais perdidos encontrados por terceiros.\u00a0Estas chapas podem ser adquiridas em Cl\u00ednicas Veterin\u00e1rias, lojas de animais ou lojas para esse efeito.<\/p>\n<h2 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">A Higiene do seu C\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>\u00c9 indispens\u00e1vel escovar o seu c\u00e3o regularmente. A escovagem elimina a sujidade e os p\u00ealos mortos.\u00a0Semanalmente dever\u00e1 observar-lhe os dentes e as patas, para evitar que ferimentos interdigitais se possam complicar em infec\u00e7\u00f5es com alguma gravidade, nomeadamente a forma\u00e7\u00e3o de abcessos motivados pela introdu\u00e7\u00e3o de praganas.<\/p>\n<h3>Banho<\/h3>\n<p>Cov\u00e9m ressalvar que o banho \u00e9 uma das partes mais importantes do c\u00e3o, mas devemos reger-nos por algumas normas b\u00e1sicas:<\/p>\n<ul>\n<li>Evitar banho a cachorros com menos de 4 meses, salvo indica\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria do veterin\u00e1rio;<\/li>\n<li>Utilizar \u00e1gua morna (30\/35\u00ba);<\/li>\n<li>Proteger os ouvidos com algod\u00e3o encerado;<\/li>\n<li>Evitar que o champ\u00f4 ente nos olhos do animal;<\/li>\n<li>Nunca utilize champ\u00f4 de uso humano, uma vez que o PH da pele do c\u00e3o \u00e9 diferente do nosso.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um cachorro ou um gatinho s\u00f3 dever\u00e1 tomar banho uma semana ap\u00f3s as primeiras vacinas. Quando der banho aos seus c\u00e3es ou gatos evite deitar-lhes \u00e1gua sobre a cabe\u00e7a, usando uma esponja embebida na \u00e1gua do banho para lhes limpar a cabe\u00e7a, evitando assim a entrada de \u00e1gua para os ouvidos, pois poder-lhe-\u00e1 ocasionar otites parasit\u00e1rias ou mic\u00f3ticas. Aproveite o banho para esvaziar ou esvaziar as gl\u00e2ndulas perianais.<\/p>\n<h3>Limpeza dos ouvidos<\/h3>\n<p>Os ouvidos s\u00e3o um \u00f3rg\u00e3o a que devemos prestar especial aten\u00e7\u00e3o, sobretudo se o c\u00e3o tem orelhas grandes, ca\u00eddas e peludas. \u00c9 natural encontrarem-se p\u00ealos no interior do pavilh\u00e3o auditivo os quais provocam uma oxigena\u00e7\u00e3o deficiente e uma acumula\u00e7\u00e3o de sujidade que acabar\u00e1 por inflamar o ouvido ou at\u00e9 degenerar uma otite. Para evitar esta situa\u00e7\u00e3o devemos extrair todos os pelos que se encontrem no interior do ouvido.<\/p>\n<h3>Limpeza dos plantares<\/h3>\n<p>\u00c9 importante manter as zonas interdigitais e plantares livres de n\u00f3s e de pelos deteriorados de modo a que n\u00e3o interfira ou incomode o livre andamento do c\u00e3o.<\/p>\n<h3>Corte de Unhas<\/h3>\n<p>No caso do c\u00e3o n\u00e3o ter um desgaste natural das unhas, estas dever\u00e3o ser cortadas, mas devemos ter em considera\u00e7\u00e3o v\u00e1rios aspectos.\u00a0O Interior da unha tem uma zona carnosa cor-de-rosa e muito irrigada, m\u00e3os conhecida como &#8220;sabugo&#8221;, que devemos evitar atingir na altura do corte pois provocar\u00edamos dor e hemorragias.\u00a0Devemos prestar especial aten\u00e7\u00e3o aos quintos\u00a0dedos ou espor\u00f5es, pois as unhas podem chegar a enrolar e ferir as almofadinhas.<\/p>\n<h3>Conselhos de Est\u00e9tica<\/h3>\n<p><strong>Ra\u00e7as de P\u00ealo Semi-Longo e Longo |\u00a0<\/strong>Bearded Collie, Bichon Malt\u00eas, Briard, Cavalier King Charles, Clumber Spaniel, Cocker Americano, Cocker Spaniel, Colley, Dogue do Tibet, Epagneul King Charles, Epagneul Papillon, Galgo Afeg\u00e3o, Gos d&#8217;Atura Catala, Lhassa Apso, Pastor Jugoslavo, Pastor Polaco, Pequin\u00eas, Shih-Tzu, Silky Terrier, Springer Spaniel Ingl\u00eas, Teckel de pelo longo, Terrier do Tibet, Yorkshire.<\/p>\n<p>Os que t\u00eam um sub-pelo suave devem tomar um banho mensal, os c\u00e3es que n\u00e3o t\u00eam subpelo e t\u00eam um crescimento cont\u00ednuo do pelo, podem tomar de 1 a 4 vezes por m\u00eas.\u00a0\u00c9 recomendado um Champ\u00f4 rico em \u00f3leo de Coco ou Mela Verde, tamb\u00e9m se recomenda o uso de b\u00e1lsamos.\u00a0Os pelos compridos devem ser penteados todos os dias com um spray de jojoba para evitar que se partam e dever\u00e3o ser nutridos com um \u00f3leo semanalmente.<\/p>\n<p><strong>Ra\u00e7as de P\u00ealo Volumoso |\u00a0<\/strong>Barbet, Bichon Bolonais, Bichon Fris\u00e9, Bichon Havan\u00eas, Bobtail, Caniche, Coton de Tul\u00e9ar, Eurasier, Petit Chein Lion, Samoiedo, Terra Nova.<\/p>\n<p>Os que t\u00eam subpelo lanoso devem tomar banho de 2 em 2 meses, aos restantes recomenda-se de 1 a 2 vezes por m\u00eas.\u00a0\u00c9 recomendado Champ\u00f4 com algum \u00f3leo ou de Banana.\u00a0Escovar todos os dias ou pelo menos 3 vezes por semana de prefer\u00eancia com a ajuda dum spray espec\u00edfico para auxiliar a desembara\u00e7ar os n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>Ra\u00e7as de P\u00ealo Raso |\u00a0<\/strong>American Staffordshire Terrier, Basenji, Basset Hound, Beagle, Beauceron, Boxer, Braque Alem\u00e3o, Braque de Weimar, Buldogue Franc\u00eas, Buldogue Ingl\u00eas, Bull Terrier, Bulmastiff, Cane Corso, C\u00e3o n\u00fa chin\u00eas, Carlin, Chihuahua, Dalmata, Dobermann, Dogue Alem\u00e3o, Dogue de Bord\u00e9us, English Toy Terrier, Galgo Italiano, Greyhound, Jack Russel Terrier, Mastim Argentino, Mastim Italiano, Pinscher, Tottweiler, Saint-Hubert, Shar-Pei, Sloughi, Sttaffordshire Bull Terrier, Teckel de pelo curto, Whippet.<\/p>\n<p>Recomenda-se o banho de 2 em 2 meses com Champ\u00f4 de Prote\u00edna ou Lim\u00e3o. Os B\u00e1lsamos s\u00f3 poder\u00e3o ser utilizados no caso de haver caspa.\u00a0Escovar 1 vez por semana.<\/p>\n<p><strong>Ra\u00e7as de P\u00ealo Duro |\u00a0<\/strong>Airedale, Australian Silky Terrier, Border Terrier, Bouvier da Flandres, Cairn Terrier, Derrhound, Fox Terier pelo de arame, Glen of Imaal Terrier, Griffon Belga, Griffon Korthal, Leonberg, Norwich Terrier, Pastor Picard, Petit BassetGriffon Vend\u00e9en, Schipperke, Schnauzer, Scottish Terrier, Skye Terrier, Teckel pelo de arame, Welsh Terrier, West Highland White Terrier.\u00a0Recomenda-se o banho 2 a 6 vezes por ano com Champ\u00f4 de Prote\u00edna ou Lim\u00e3o.\u00a0Como estes c\u00e3es n\u00e3o efectuam a muda de pelo natural, teremos de efectuar a muda de pelo artificial atrav\u00e9s do Stripping.<\/p>\n<h2 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">Cuidados de Sa\u00fade do seu C\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>A sa\u00fade do seu animal \u00e9 algo que tem de ser cuidadosamente vigiada junto do seu veterin\u00e1rio.\u00a0Tal como as pessoas um dos factores principais para a sa\u00fade do seu animal \u00e9 a alimenta\u00e7\u00e3o. As visitas ao veterin\u00e1rio s\u00e3o tamb\u00e9m fundamentais.\u00a0Segue o resumo de algumas das doen\u00e7as mais frequentes do c\u00e3o.<\/p>\n<h3>Esgana<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9 |\u00a0<\/strong>A Esgana \u00e9 uma doen\u00e7a viral altamente contagiosa, que afecta os c\u00e3es, principalmente os mais novos, podendo ser mortal. Esta doen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 transmiss\u00edvel ao ser humano, mas sim a outros c\u00e3es.<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong> |\u00a0Os sintomas s\u00e3o variados, podendo aparecer em tr\u00eas fases:<\/p>\n<p>Fase 1<\/p>\n<ul>\n<li>Febres altas<\/li>\n<li>V\u00f3mitos\/Mal-estar<\/li>\n<li>Falta de apetite<\/li>\n<li>Diarreia<\/li>\n<li>Desidrata\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<p>Fase 2<\/p>\n<ul>\n<li>Tosse (al\u00e9m dos outros sintomas descritos)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Fase 3<\/p>\n<ul>\n<li>Sangue purulento no nariz e nos olhos<\/li>\n<li>Convuls\u00f5es\/Espasmos nervosos<\/li>\n<li>Eventual paralesia<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tratamento\u00a0<\/strong>|\u00a0N\u00e3o existe um tratamento espec\u00edfico para esta doen\u00e7a, contudo o animal deve ser hospitalizado o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, a fim de minimizar os sintomas e salv\u00e1-lo da morte. \u00c9 de referir que, nos cachorros a taxa de mortalidade \u00e9 mais elevada do que nos c\u00e3es mais velhos, pois estes possuem mais defesas que os primeiros.\u00a0Nos caso do animal se salvar, ele poder\u00e1 ficar com algumas sequelas, como tiques nervosos, epilepsia, dentes manchados devido aos danos provocados no esmalte e poss\u00edvel paralisia.\u00a0<strong>Nota:<\/strong> Um animal com esgana deve ser imediatamente isolado dos outros e os espa\u00e7os onde ele esteve devem ser rigorosamente desinfectados para minimizar o risco de transmiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Como se transmite\u00a0<\/strong>|\u00a0A esgana pode ser transmitida de diversas formas, entre elas: contacto directo entre animais, tosse e espirros dos mesmos, ou ainda pode ser transportado na roupa ou cal\u00e7ado de quem esteve em contacto com o animal infectado. Esta doen\u00e7a transmite-se a animais que n\u00e3o estejam vacinados contra a esgana, ainda que sejam animais sadios.<\/p>\n<p><strong>Mais vale prevenir\u00a0<\/strong>|\u00a0Todos os cachorros ou c\u00e3es adultos, devem cumprir o esquema de vacina\u00e7\u00e3o estipulado pelo veterin\u00e1rio.\u00a0No caso da esgana, a vacina deve ser tomada com cerca de 8 a 10 semanas, repetindo depois anualmente com doses de refor\u00e7o. \u00c9 importante manter os cachorros em espa\u00e7os limpos e n\u00e3o os passear na rua antes das primeiras vacinas.<\/p>\n<h3>Raiva<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9 |\u00a0<\/strong>A Raiva \u00e9 uma doen\u00e7a viral (v\u00edrus r\u00e1bico), que se multiplica nas gl\u00e2ndulas salivares. \u00c9 transmiss\u00edvel a todos os animais de sangue quente, incluindo o ser-humano.<\/p>\n<p><strong>Sintomas\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Nos c\u00e3es:<\/p>\n<ul>\n<li>O animal come\u00e7a a ter altera\u00e7\u00f5es ao n\u00edvel do seu comportamento, ficando mais agressivo e &#8220;raivoso&#8221;;<\/li>\n<li>As pupilas dilatam;<\/li>\n<li>Desenvolve-se no animal a fotofobia (medo da claridade);<\/li>\n<li>Excesso de saliva\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Paralisia da mand\u00edbula e dificuldades em engolir;<\/li>\n<li>Convuls\u00f5es<\/li>\n<li>Paralesia dos membros<\/li>\n<\/ul>\n<p>Nos humanos:<\/p>\n<ul>\n<li>Febre que vai aumentando progressivamente<\/li>\n<li>Dores de cabe\u00e7a<\/li>\n<li>Estados de inquieta\u00e7\u00e3o e irritabilidade<\/li>\n<li>Taquicardia<\/li>\n<li>Depress\u00e3o<\/li>\n<li>Dificuldade e impossibilidade de respirar<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tratamento |\u00a0<\/strong>Depois de detectada a doen\u00e7a, n\u00e3o existe tratamento poss\u00edvel. A vacina serve sim, para prevenir, mas como rem\u00e9dio n\u00e3o causa qualquer efeito.<\/p>\n<p><strong>Como se transmite |\u00a0<\/strong>O v\u00edrus da raiva \u00e9 transmitido principalmente, por c\u00e3es ou gatos, sendo transmiss\u00edvel a outros animais de sangue quente, bem como ao ser humano.\u00a0A transmiss\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s da mordedura de um animal infectado, sendo o v\u00edrus excretado pelas suas gl\u00e2ndulas salivares.\u00a0Esta transmiss\u00e3o pode ainda ocorrer atrav\u00e9s de um arranh\u00e3o causado pelas unhas ou dentes do animal infectado ou ainda pela &#8220;lambidela&#8221; desse animal, quando a sua saliva entra em contacto com alguma \u00e1rea da pele que esteja ferida.\u00a0O per\u00edodo em que os sinais da doen\u00e7a se tornam visiveis, ap\u00f3s a transmiss\u00e3o (mordedura), podem variar entre 2 semanas a 6 meses.<\/p>\n<p><strong>Mais vale prevenir |\u00a0<\/strong>A \u00fanica maneira de evitar a doen\u00e7a \u00e9 mesmo com a preven\u00e7\u00e3o, ou seja, com a vacina. Apesar de n\u00e3o existirem sinais de raiva em Portugal, vacina \u00e9 obrigat\u00f3ria e deve ser ministrada por volta das 16 semanas de vida do animal.<\/p>\n<h3>Leishmaniose<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9 |\u00a0<\/strong>A Leishmaniose \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa, causada por um organismo denominado leishmania.\u00a0Esta doen\u00e7a \u00e9 mais comum em pa\u00edses quentes, contudo tamb\u00e9m \u00e9 comum em Portugal, principalmente nas zonas da Pen\u00ednsula de Set\u00fabal e Vale do Tejo.<\/p>\n<h4>Sintomas<\/h4>\n<p>Esta doen\u00e7a pode apresentar-se de duas formas:<\/p>\n<ul>\n<li>Forma cut\u00e2nea, que se caracteriza pelo aparecimento de feridas na pele, cuja cicatriza\u00e7\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil, sen\u00e3o nula;<\/li>\n<li>Forma visceral, que atinge \u00f3rg\u00e3os como o f\u00edgado, o ba\u00e7o e a medula \u00f3ssea).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Normalmente esta doen\u00e7a revela-se quando j\u00e1 est\u00e1 num estado muito avan\u00e7ado de desenvolvimento, sendo os seus sintomas os seguintes:<\/p>\n<ul>\n<li>Excessiva queda de p\u00ealo;<\/li>\n<li>Emagrecimento do animal;<\/li>\n<li>Fraqueza e apatia;<\/li>\n<li>Feridas que surgem de repente e cuja cicatriza\u00e7\u00e3o \u00e9 muito d\u00edficil de conseguir;<\/li>\n<li>Aumento exagerado das unhas;<\/li>\n<li>Dilata\u00e7\u00e3o do f\u00edgado ou do ba\u00e7o<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tratamento |\u00a0<\/strong>Antes de se partir para a certeza de que o animal est\u00e1 infectado com Leshmaniose, deve falar-se com o veterin\u00e1rio para se fazer o respectivo diagn\u00f3stico. Este diagn\u00f3stico \u00e9 feito por pun\u00e7\u00e3o da medula \u00f3ssea e observa\u00e7\u00e3o microsc\u00f3pia das Leshmanias.\u00a0Se as suspeitas se confirmarem e o animal estiver mesmo infectado, h\u00e1 que dar in\u00edcio a um longo tratamento. \u00c9 de salientar que, no c\u00e3o esta doen\u00e7a \u00e9 incur\u00e1vel. Todavia, pode ser tratada, principalmente se ainda n\u00e3o tiver atingido um elevado grau de desenvolvimento. O tratamento, quando seguido minuciosamente, elimina os sintomas, permitindo ao animal ter uma boa qualidade de vida. Nestes casos, o animal deixa de ser transmissor e passa apenas a ser portador.\u00a0No ser-humano, quando a doen\u00e7a \u00e9 diagnosticada a tempo, pode ser tratada e curada.<\/p>\n<p><strong>Como se transmite |\u00a0<\/strong>A Leshmaniose \u00e9 essencialmente transmitida ao c\u00e3o, podendo tamb\u00e9m ser transmitida ao Homem, mas n\u00e3o atrav\u00e9s do c\u00e3o. Esta doen\u00e7a transmite-se pela picada de uma determinada esp\u00e9cie de mosquito. O mosquito ao picar um c\u00e3o infectado absorve o parasita e, quando o mesmo mosquito picar outro c\u00e3o, para se alimentar do seu sangue, vai deixar neste \u00faltimo o parasita, que se reproduzir\u00e1 e provocar\u00e1 a doen\u00e7a. Assim, o mosquito \u00e9 apenas um hospedeiro intermedi\u00e1rio, n\u00e3o havendo risco de cont\u00e1gio c\u00e3o infectado-c\u00e3o sadio, ou de c\u00e3o infectado-ser humano. O c\u00e3o infectado s\u00f3 infecta mosquitos que o piquem para se alimentar do seu sangue; estes mosquitos por sua vez, \u00e9 que poder\u00e3o infectar outros c\u00e3es.\u00a0No caso do Homem, tamb\u00e9m s\u00f3 o mosquito o poder\u00e1 infectar.<\/p>\n<p><strong>Mais vale prevenir |\u00a0<\/strong>Uma vez que ainda n\u00e3o existe vacina para a Leshmaniose, h\u00e1 certos cuidados que se devem ter com o c\u00e3o para evitar que este seja infectado.\u00a0Como estes mosquitos s\u00e3o mais frequentes em zonas de charcos ou \u00e1guas paradas, deve evitar-se andar nessas zonas com os animais, bem como evitar os passeios ao fim da tarde ou in\u00edcio da manh\u00e3.<\/p>\n<h3>Dirofilariose<\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9 |\u00a0<\/strong>A Dirofilariose (doen\u00e7a do verme do cora\u00e7\u00e3o) \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa, que ataca c\u00e3es e gatos podendo incapacitar ou at\u00e9 matar os animais infectados. Esta doen\u00e7a \u00e9 provocada pela picada de um mosquito infectado.<\/p>\n<h4>Sintomas<\/h4>\n<p>A Dirofilariose provoca les\u00f5es muito graves antes do aparecimento dos sintomas vis\u00edveis. Quando os sintomas aparecem, a doen\u00e7a est\u00e1 de tal forma avan\u00e7ada que as les\u00f5es nos \u00f3rg\u00e3os internos podem ser irrevers\u00edveis.<\/p>\n<ul>\n<li>Um c\u00e3o com dirofilariose canina pode apresentar os seguintes sintomas:<\/li>\n<li>T\u00f3sse cr\u00f3nica;<\/li>\n<li>Cansa\u00e7o perante esfor\u00e7os f\u00edsicos;<\/li>\n<li>Apatia;<\/li>\n<li>Diarreia;<\/li>\n<li>V\u00f3mitos;<\/li>\n<li>Falta de apetite;<\/li>\n<li>Colapso devido a falha card\u00edaca<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Tratamento |\u00a0<\/strong>Actualmente, a maioria dos c\u00e3es infectados podem ser tratados, contudo, deve ter-se a no\u00e7\u00e3o de que o tratamento \u00e9 caro e dispendioso, mas que pela vida do nosso amigo vale a pena!\u00a0S\u00e3o necess\u00e1rias duas injec\u00e7\u00f5es para matar os vermes adultos. Durante v\u00e1rias semanas ap\u00f3s o tratamento, o c\u00e3o tem que ser mantido em repouso absoluto. Mesmo um pequeno exerc\u00edcio pode provocar les\u00f5es graves a n\u00edvel pulmonar pelos vermes mortos.\u00a0Numa segunda fase tem que se medicar o animal para se eliminar as microfil\u00e1rias imaturas do sangue. Por fim, deve implementar-se um programa de prevn\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Como se transmite |\u00a0<\/strong>Os mosquitos s\u00e3o os respons\u00e1veis por transmitir a doen\u00e7a de um c\u00e3o infectado para c\u00e3es saud\u00e1veis. Dentro do animal infectado v\u00e3o-se produzir pequenos vermes imaturos \u2013 microfil\u00e1rias, que se v\u00e3o libertar na corrente sangu\u00ednea. Quando um mosquito pica o c\u00e3o, ingere estas microfil\u00e1rias juntamente com o sangue. Nas duas ou tr\u00eas semanas a seguir, as microfil\u00e1rias desenvolvem-se para se tornarem larvas infectantes e s\u00e3o transmitidas a outros c\u00e3es quando o mosquito se volta a alimentar. Uma vez dentro do c\u00e3o estas larvas desenvolvem-se e migram para o cora\u00e7\u00e3o onde se tornam vermes adultos que voltam a produzir microfil\u00e1rias. Estas por sua vez, v\u00e3o depois para a corrente sangu\u00ednea do c\u00e3o, onde poder\u00e3o ser de novo ingeridas pelo mosquito se o c\u00e3o voltar a ser picado. E assim se vai gerando o ciclo da Dirofilariose.<\/p>\n<p><strong>Mais vale prevenir |\u00a0<\/strong>Se se desconfia que o c\u00e3o poder\u00e1 estar infectado com Dirofilariose, a primeira coisa a fazer \u00e9 recorrer ao veterin\u00e1rio e pedir que fa\u00e7a uma an\u00e1lise ao sangue do animal.\u00a0Para apostar num programa de preven\u00e7\u00e3o, deve ter-se aten\u00e7\u00e3o para n\u00e3o andar com o animal em zonas onde predominem os mosquitos. As coleiras contra os parasitas s\u00e3o tamb\u00e9m um modo de evitar o problema.\u00a0N\u00e3o se deve ministrar nada no animal sem aconselhamento pr\u00e9vio do seu m\u00e9dico veterin\u00e1rio.<\/p>\n<h2 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">Benef\u00edcios da Castra\u00e7\u00e3o \/ Esteriliza\u00e7\u00e3o do seu C\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de c\u00e3es e gatos cresce dia ap\u00f3s dia. Por\u00e9m, nem todos aqueles que nascem conseguem ter um dono ou um bom lar.\u00a0S\u00e3o os chamados c\u00e3es e gatos de rua. Sabe qual o destino destes pobres animais? O sacrif\u00edcio.\u00a0N\u00e3o h\u00e1 lugar para abrigar tantos c\u00e3es e gatos.\u00a0Assim, a elimina\u00e7\u00e3o destes animais \u00e9 escolhida como solu\u00e7\u00e3o&#8230; N\u00e3o seria mais humano e racional evitar o nascimento de tantos animais?\u00a0Ninhadas s\u00e3o abandonadas no meio da rua e aqueles que sobrevivem geram mais e mais animais que ter\u00e3o um destino incerto.\u00a0Muitos permitem que seus animais andem soltos e n\u00e3o t\u00eam controle sobre os acasalamentos.\u00a0E a hist\u00f3ria repete-se: gesta\u00e7\u00e3o indesejada, ninhada abandonada, mais c\u00e3es na rua.\u00a0Assim, para muitos casos a esteriliza\u00e7\u00e3o, principalmente das f\u00eameas, \u00e9 a melhor solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>M\u00e9todos de Esteriliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>Ovariohisterectomia (retirar o \u00fatero e ov\u00e1rios)<\/li>\n<li>Orquiectomia (retirar os 2 test\u00edculos)<\/li>\n<li>Vasectomia (interrup\u00e7\u00e3o da passagem dos espermatoz\u00f3ides, o animal acasala mas n\u00e3o \u00e9 f\u00e9rtil)<\/li>\n<\/ul>\n<p>A castra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 indicada para a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as como tumores prost\u00e1ticos, mam\u00e1rios e uterinos.\u00a0Os animais castrados t\u00eam menor probabilidade de desenvolver um comportamento agressivo e, muitas vezes, a castra\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada com essa finalidade: diminuir a agressividade em c\u00e3es e gatos. Assim, vale a pena considerar este assunto. Cada caso deve ter a avalia\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o de um m\u00e9dico veterin\u00e1rio.<\/p>\n<h3>Mitos e Verdades sobre a Castra\u00e7\u00e3o \/ Esteriliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A castra\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 um assunto bastante pol\u00e9mico para os propriet\u00e1rios de animais de estima\u00e7\u00e3o. Est\u00e1 associada \u00e0 imagem de c\u00e3es e gatos gordos e let\u00e1rgicos, &#8220;cirurgia cruel&#8221;, &#8220;mutila\u00e7\u00e3o do animal&#8221;, etc.. \u00c9 preciso desvendar o que h\u00e1 de falso e verdadeiro sobre a castra\u00e7\u00e3o e entender bem quando ela \u00e9 recomendada.<\/p>\n<p><em>&#8220;A castra\u00e7\u00e3o deixa o animal gordo&#8221;\u00a0<\/em><strong>Falso<\/strong>. A castra\u00e7\u00e3o pode causar aumento do apetite, mas se a ingest\u00e3o de alimento for controlada e o dono n\u00e3o ceder \u00e0s vontades do animal, o peso ser\u00e1 mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tend\u00eancia de se tornarem obesos. A obesidade p\u00f3s castra\u00e7\u00e3o \u00e9 causada, na maioria das vezes, pelo dono e n\u00e3o pela cirurgia.<\/p>\n<p>&#8220;A castra\u00e7\u00e3o deixa o animal ap\u00e1tico&#8221;\u00a0<strong>Falso<\/strong>. O animal fica let\u00e1rgico ap\u00f3s a castra\u00e7\u00e3o apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele vai-se cansar facilmente e n\u00e3o ter\u00e1 a mesma disposi\u00e7\u00e3o. A letargia \u00e9 consequ\u00eancia da obesidade e n\u00e3o da castra\u00e7\u00e3o em si. Os animais na fase adulta v\u00e3o, gradualmente, diminuindo a actividade. Muitos associam erroneamente esse facto \u00e0 castra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;A castra\u00e7\u00e3o mutila o animal, \u00e9 uma cirurgia cruel!&#8221;\u00a0<strong>Falso<\/strong>. A cirurgia de castra\u00e7\u00e3o \u00e9 simples e r\u00e1pida e o p\u00f3s operat\u00f3rio bastante tranquilo, principalmente em animais jovens. \u00c9 utilizada anestesia geral e o animal j\u00e1 est\u00e1 ativo 24 horas ap\u00f3s a cirurgia. N\u00e3o h\u00e1 nenhuma consequ\u00eancia mal\u00e9fica para o animal que continua a ter vida normal.<\/p>\n<p>&#8220;A castra\u00e7\u00e3o evita o cancro na f\u00eamea&#8221;\u00a0<strong>Verdadeiro<\/strong>. As f\u00eameas castradas antes de 1 ano de idade, t\u00eam uma hip\u00f3tese bastante reduzida de desenvolver cancro de mama na fase adulta, se comparado \u00e0s f\u00eameas n\u00e3o castradas. A possibilidade de cancro de mama \u00e9 praticamente zero quando a castra\u00e7\u00e3o ocorre antes do primeiro cio. Retirar o \u00fatero anula a possibilidade de problemas uterinos bastante comuns em cadelas ap\u00f3s os 6 anos de idade, cujo tratamento \u00e9 cir\u00fargico, com a remo\u00e7\u00e3o do org\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;O macho castrado n\u00e3o tem interesse pela f\u00eamea&#8221;\u00a0<strong>Falso<\/strong>. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por f\u00eameas, embora ele seja menor comparado a um animal n\u00e3o castrado. Se o macho \u00e9 castrado e h\u00e1 uma f\u00eamea com cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecunda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;A castra\u00e7\u00e3o evita que os machos marquem o territ\u00f3rio em casa&#8221;\u00a0<strong>Verdadeiro<\/strong>. Uma caracter\u00edstica dos machos \u00e9 marcar o territ\u00f3rio com a urina. Se o macho, c\u00e3o ou gato, for castrado antes de uma ano de idade, ele n\u00e3o marcar\u00e1 o territ\u00f3rio na fase adulta.<\/p>\n<p>&#8220;Deve-se castrar a f\u00eamea ap\u00f3s ela ter tido crias&#8221;\u00a0<strong>Falso<\/strong>. Ao contr\u00e1rio do que alguns pensam, a cadela n\u00e3o fica &#8220;frustrada&#8221; ou &#8220;triste&#8221; por n\u00e3o ter tido filhotes. Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica humana que n\u00e3o se aplica aos animais. Se considerarmos a preven\u00e7\u00e3o de cancro em gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias, esta ser\u00e1 100% eficaz, segundo estudos, se efectuada antes do primeiro cio.<\/p>\n<h3>Porque devemos castrar os machos?<\/h3>\n<ul>\n<li>Evita fugas.<\/li>\n<li>Evita o constrangimento de c\u00e3es &#8220;agarrando&#8221; em pernas ou bra\u00e7os de visitas.<\/li>\n<li>Evita a marca\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio (xixi fora do lugar).<\/li>\n<li>Evita a agressividade motivada por excita\u00e7\u00e3o sexual constante.<\/li>\n<li>Evita tumores testiculares.<\/li>\n<li>Evita o aumento do n\u00famero de animais de rua.<\/li>\n<li>Evita a perpetua\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as gen\u00e9ticamente transmiss\u00edveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagn\u00f3stico dessas e outras doen\u00e7as).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho ter\u00e1 oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atrac\u00e7\u00e3o sexual pelas f\u00eameas, atrav\u00e9s da castra\u00e7\u00e3o. O animal &#8220;inteiro&#8221; excita-se constantemente a cada odor de f\u00eamea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos.<\/p>\n<h3>Porque devemos esterilizar\u00a0as f\u00eameas?<\/h3>\n<ul>\n<li>Evita acasalamentos indesej\u00e1veis, principalmente quando se tem um casal de animais de estima\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Evita o cancro nas gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias na fase adulta.<\/li>\n<li>Evita piometra (grave infec\u00e7\u00e3o uterina) em f\u00eameas adultas.<\/li>\n<li>Evita as &#8220;gravidezes psicol\u00f3gicas&#8221; e suas consequ\u00eancias como infec\u00e7\u00e3o das tetas.<\/li>\n<li>Evita cios.<\/li>\n<li>Evita o aumento do n\u00famero de animais de rua.<\/li>\n<li>Evita a perpetua\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as gen\u00e9ticamente transmiss\u00edveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagn\u00f3stico dessas e outras doen\u00e7as)<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 errado o conceito de que a castra\u00e7\u00e3o s\u00f3 deve ser feita em cadelas de rua.\u00a0Se o propriet\u00e1rio n\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o de acasalar sua f\u00eamea, seja ela de ra\u00e7a ou n\u00e3o, \u00e9 desnecess\u00e1rio enfrentar-se cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesej\u00e1vel e, principalmente doen\u00e7as como cancro de mama e piometra. A castra\u00e7\u00e3o garante uma vida adulta bastante saud\u00e1vel para as f\u00eameas e tranquila para os donos.<\/p>\n<h2 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">A Terceira Idade do seu C\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>\u00c0\u00a0 medida que o seu c\u00e3o for envelhecendo, ir\u00e3o ocorrer nele mudan\u00e7as a n\u00edvel n\u00e3o s\u00f3 org\u00e2nico e celular como a n\u00edvel comportamental.\u00a0Tal como os cachorros, os c\u00e3es idosos necessitam de cuidados e aten\u00e7\u00f5es diferentes de um c\u00e3o dito adulto, cuidados esses, a n\u00edvel da higiene e conforto proporcionados ao c\u00e3o, cuidados de alimenta\u00e7\u00e3o (por vezes \u00e9 necess\u00e1rio dar ra\u00e7\u00f5es especiais ao c\u00e3o idoso, devido a problemas de sa\u00fade que possam ter desenvolvido), e redobrados cuidados de sa\u00fade ( idas mais frequentes ao veterin\u00e1rio, realiza\u00e7\u00e3o de exames, tratamentos&#8230;).\u00a0Os c\u00e3es n\u00e3o atingem todos a \u201cterceira idade\u201d com o mesmo n\u00famero de anos de vida.\u00a0Enquanto que para c\u00e3es de ra\u00e7a pequena os sinais de envelhecimento tornam-se mais evidentes a partir dos 12 anos, para os de ra\u00e7a m\u00e9dia por volta dos 10 e os de ra\u00e7a grande por volta dos 8, sendo estes os que t\u00eam uma menor esperan\u00e7a de vida.\u00a0Nos \u00faltimos anos a esperan\u00e7a\u00a0 de vida dos animais de estima\u00e7\u00e3o aumentou muito, devido a uma melhor alimenta\u00e7\u00e3o, cuidados de sa\u00fade e higiene, o que no entanto permite que os c\u00e3es desenvolvam mais doen\u00e7as, t\u00edpicas de c\u00e3es mais idosos, devido \u00e0 longevidade que atingem. Tornou-se assim necess\u00e1rio desenvolver um ramo na medicina veterin\u00e1ria que se dedique especificamente ao c\u00e3o idoso, a Geriatria.<\/p>\n<p>Alguns dos problemas\/doen\u00e7as mais frequentes que afectam o c\u00e3o idoso s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>problemas comportamentais, tal como a hiperagressividade<\/li>\n<li>doen\u00e7as card\u00edacas<\/li>\n<li>insufici\u00eancia\u00a0 renal cr\u00f3nica<\/li>\n<li>doen\u00e7as digestivas<\/li>\n<li>\u00f3sseas<\/li>\n<li>dermatol\u00f3gicas<\/li>\n<li>desenvolvimento de v\u00e1rios tipos de cancro<\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m disso o sistema imunol\u00f3gico\u00a0 do c\u00e3o fica mais fraco, o que facilita a prolifera\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as, o c\u00e3o idoso deve portanto ser regularmente seguido pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio.<\/p>\n<h2 class=\"art-PostHeaderIcon-wrapper\"><span class=\"art-PostHeader\">As F\u00e9rias do seu C\u00e3o<\/span><\/h2>\n<p>Se tem um c\u00e3o lembre-se que ele tamb\u00e9m faz parte da familia, como tal h\u00e1 que garantir o seu bem estar em qualquer altura do ano, inclusivamente quando se prepara para ir de f\u00e9rias. Existem v\u00e1rias hip\u00f3teses que poder\u00e1 ter em conta.<\/p>\n<p><strong>Deixar o seu c\u00e3o com um familiar ou amigo |\u00a0<\/strong>Seguramente ter\u00e1 um amigo ou um familiar que gosta de animais e que n\u00e3o se importaria de ficar com o seu durante um per\u00edodo curto de tempo. Esta op\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser muito boa e securizante para o seu animal no caso de conhecer a pessoa com quem vai ficar. No caso de n\u00e3o haver um relacionamento entre o seu animal de estima\u00e7\u00e3o e essa pessoa bastar\u00e1 que lhe deixe objectos que conhe\u00e7a ( comedouro, brinquedos e a sua cama ) para que se sinta mais em casa.<\/p>\n<p><strong>Deixar o seu c\u00e3o num Hotel para animais |\u00a0<\/strong>Esta \u00e9 tamb\u00e9m uma hip\u00f3tese a ter em conta. Embora possa ser um pouco mais dispendiosa, estas institui\u00e7\u00f5es cuidar\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o, higiene e passeios do seu animal. N\u00e3o se esque\u00e7a de fazer uma visita pr\u00e9via ao hotel\/canil onde pretende deixar o seu animal para confirmar se as condi\u00e7\u00f5es o satisfazem. Fa\u00e7a isto antes de tomar uma decis\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Leve o seu animal consigo |\u00a0<\/strong>Esta ser\u00e1 sem d\u00favida a hip\u00f3tese que mais agradar\u00e1 ao seu animal, no entanto, se optar desta forma ter\u00e1 de ter em conta v\u00e1rios factores.\u00a0O s\u00edtio para onde f\u00f4r ter\u00e1 de aceitar animais de estima\u00e7\u00e3o (infelizmente n\u00e3o s\u00e3o todos!). Garanta isto \u00e0 partida.\u00a0Investigue tamb\u00e9m qual o Veterin\u00e1rio mais pr\u00f3ximo do s\u00edtio onde vai ficar e tenha o contacto \u00e0 m\u00e3o. Desta forma, se acontecer alguma coisa ao seu animal saber\u00e1 onde se dirigir.\u00a0A forma como vai viajar \u00e9 tamb\u00e9m muito importante. Aqui lhe deixamos alguns conselhos importantes a seguir<\/p>\n<h3>Se viajar de carro<\/h3>\n<p>O seu animal pode enjoar. Antes de viajar pe\u00e7a ao seu veterin\u00e1rio comprimidos para o enjoo.\u00a0Leve \u00e1gua para dar ao seu animal. \u00c9 muito importante que o seu animal possa beber durante a viajem, principalmente se estiver muito calor.\u00a0Fa\u00e7a paragens de 2 em 2 horas para que o seu animal possa fazer as suas necessidades. Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 abertura da porta do carro, dever\u00e1 ser sempre aberta a porta do lado contr\u00e1rio \u00e0 estrada. O seu animal dever\u00e1 ser preso por uma trela pois poder\u00e1 assustar-se com algum ru\u00eddo e fugir.\u00a0Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a do seu animal. Tal como uma crian\u00e7a se o seu animal estiver solto poder\u00e1 colocar em risco a seguran\u00e7a de todos os ocupantes do ve\u00edculo. Se estivermos a falar de um animal de porte pequeno o ideal ser\u00e1 lev\u00e1-lo numa caixa transportadora. Caso se trate de um animal grande, j\u00e1 existem no mercado cintos pr\u00f3prios para c\u00e3es que dever\u00e3o ser ajustados segundo as necessidades. Jamais leve o seu animal com a cabe\u00e7a de fora da janela pois poder\u00e1 ter consequ\u00eancias muito graves.<\/p>\n<h3>Se viajar de avi\u00e3o<\/h3>\n<p>Poder\u00e1 ter o seu animal junto de si e dentro de uma caixa transportadora se pesar menos de 5kg. Se for um animal grande ter\u00e1 de viajar no por\u00e3o.\u00a0A viagem no por\u00e3o poder\u00e1 ser muito stressante para o seu animal por isso fa\u00e7a-o acompanhar de objectos conhecidos.\u00a0Aten\u00e7\u00e3o: Cadelas em fase de lacta\u00e7\u00e3o ou com o cio n\u00e3o dever\u00e3o viajar. Os cachorrinhos tamb\u00e9m n\u00e3o podem viajar se tiverem idade inferior a 9 meses.\u00a0No caso que a sua viagem de avi\u00e3o seja para o estrangeiro contacte a embaixada do pa\u00eds destino para saber que precau\u00e7\u00f5es dever\u00e1 tomar em rela\u00e7\u00e3o ao seu animal nomeadamente no que diz respeito a certificados de sa\u00fade exigidos.<\/p>\n<h3>Se viajar de comboio<\/h3>\n<p>\u00c9 uma excelente op\u00e7\u00e3o para viajar como seu animal pois estar\u00e1 completamente livre para lhe dar toda a assist\u00eancia que possa vir a necessitar. Leve \u00e1gua e comida para o seu animal no caso de ser uma viagem longa. Como n\u00e3o controla as paragens do comboio esteja precavido com papel de jornal e saco de pl\u00e1stico na eventualidade do seu animal n\u00e3o aguentar as suas necessidades fisiol\u00f3gicas&#8230;..<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Guia de Ado\u00e7\u00e3o de C\u00e3es Sempre se disse que o c\u00e3o \u00e9 o melhor amigo do Homem. 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